Bom vou para de falar um pouco do Congresso, mas dou continuidade amanhã...ai vai um artigo meu que saiu no Jornal de Londrina de Domingo passado é o de número 5.254, ano 17 dia 02/04/06 ai vai
Cadê os direitos fundamentais?
Analisando historicamente, percebe-se que há uma era "neo-escravocata", onde se tem pseudos "direitos e garantias": um exemplo claro e sucinto é o caso da classe dos funcionários da educação. Existe o direito de greve, mas serão reprimidos futuramente. É garantido o direito de manifestação contra as injustiças, mas as aulas terão de ser repostas aos sábados.
Isso tudo faz verficar o passado e comparar com a época da abolição da escravatura, que foi feita uma fictícia liberação dos escravos. Mas, na realidade, o que fez emergir foi uma nova classe: em vez de escravos, o proletariado - este com sua "liberdade", mas com mísero salário que mal dava para subsistência. Nesta situação, cabe parar e pensar: do que adianta essa falsa liberdade.
Que tal fazer uma troca? Por um lado, o governo garante os princípios constitucionais democráticos para o povo, tais como: vestuário, alimentação, lazer, educação, saúde, entre outros e, por contrapartida, abdica-se dos salários. Deixamos nosso dinheiro com o governo.
Para qual parte será mais vantajoso?
O governo pode ficar com as contas bancárias também - sejam elas no Itaú ou no Banco do Brasil. Cabe a ele não esquecer também de pagar os juros abusivos do limite que são lados aos servidores. Limites esses que mais parecem um chamariz para o pobre servidor em momentos de desespero, que vê-se obrigado a utilizá-lo.
É complicado aceitar as fortunas que são gastas com coisas fúteis, inúteis e/ou superfaturadas, enquanto alguns funcionários ganham um salário infame e indigno que mal dá para subsistência.
Essa é a hora de emergir da escuridão, não tampar o sol com a peneira. Conforme ensinamentos de Goethe: "Quem, de trÊs milênios, não é capaz de se dar conta, vive na ignorância, na sombra, à mercê dos dias, do tempo?"
Isso ai...to ficando famoso...em breve posto mais sobre o congresso...um abraço...Fabio Robra
Prof. Ms Sérgio Alves Gomes
Como presidente da abertura faz um discurso extremamente democrático, nota 8, frases interessantes, porém prontas e visivelmente da para notar q fora feita por uma estagiária, o lado positivo é q não curte a ditadura, defende a constitucionalização, a importância do estado democrático de direito, tudo em forma de introdução através de várias indagações.
Prof. Titular René Ariel Dotti - palestrante
Direitos Fundamentais e Garantias de Eficácia
Faz uma histórica da evolução dos Direitos Fundamentais. Trata sobre a questão dos Direitos Humanos, fala da imagem deturbada que amidia nos impõe de Direitos Humanos apenas no sentido de proteger os presos, alega ser algo a mais buscando todos os Direitos Fundamentais, lutando contra toda e qualquer forma de preconceito.
Direitos Humanos são todos aqueles elencados não apenas nas leis constitucionais, mas nas infraconstitucionais também.
EC/45 - é importante, pois incorpora a nivel constitucional os tratados de Direitos Humanos Internacionais.
art. 107, §5º - os tratados de Direitos Humanos que forem violados pode ser elencados nas Justiças Federais.
Para finalizar como todas as suas palestras Contou a fabula do ratinho, que fazendo uma parafrase é mais ou menos assim:
Um rato foi disisperado falar com a galinha para ajudá-lo, pois havia uma ratoeir, então a galinha disse que não era problema deles, falou com o porco e a mesma coisa, com a vaca tb foi o mesmo, então em um dia uma cobra ficou presa e a mulher q estava passando acabou sendo picada e a cobra era venenosa...o médico recomendou q fizesse uma galinhada, então a galinha foi pro pau, e mesmo assim a mulher não melhorou, então veio os vizinhos para visita-las então tiveram q matar o porco, então infelizmente a mulher morreu e mataram a vaca para sustentar todos q foram no velório.
Bom creio q não preciso contar a moral da história...isso ai, ao final ele foi aplaudido de pé...eita lele...
Um abraço Fabio Robra
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