Bom creio q votarei nulo mesmo...Votarei 9 ou 3 hehehe
E para não perder o dia vou colocar uma série do Ser ou não Ser ai vai...
Limite da razão
Uma pergunta: o homem pode saber tudo? Até onde o pensamento é capaz de nos levar? Prepare-se para uma viagem rumo aos limites da razão! Quem vai nos guiar nesta aventura é a filósofa Viviane Mosé.
Você já tentou pensar sobre o infinito? Será que é possível conhecer tudo? O infinito cabe num enquadramento? O filósofo alemão Kant, que viveu no século 18, tentou encontrar resposta para essas perguntas, saber qual o limite da razão. Para Kant, o conhecimento nasce da experiência que temos do mundo. Mas essa experiência, antes de chegar a nós, passa primeiro por um filtro. Pense numa máquina fotográfica. Há mais de 30 anos, o fotógrafo de jornal Custódio Coimbra sai todos os dias em busca de um retrato do Rio. As lentes de sua máquina tentam delimitar o melhor enquadramento, capaz de traduzir a cidade para milhares de leitores em todo o Brasil. “Eu sou meio que um captador de emoções”, diz Custódio. “Num dia estou numa chacina. No outro dia, estou no Maracanã. Escuto um grito de dor, escuto um grito de alegria”.
A nossa percepção também é uma lente que enquadra e delimita a realidade, como a máquina do fotógrafo. As fotos que Custódio tira primeiro se imprimem na lente de seus olhos. “Eu fotografo primeiro sem a máquina. Depois eu uso o equipamento como instrumento pra chegar no produto final”, explica o fotógrafo. Todas as sensações que experimentamos e os pensamentos que temos, segundo Kant, passam pelo filtro do nosso corpo - os cinco sentidos e o sistema nervoso central. Somos um aparelho de percepções. Esse aparelho determina a forma como percebemos a realidade. Agora, pense nas lentes de um supermicroscópio. Elas nos levam a um mundo invisível a olho nu. “A gente trabalha para observar detalhes da estrutura atômica dos materiais”, afirma Daniel Ugarte, professor da Unicamp. O microscópio eletrônico é capaz de ampliar a imagem de um átomo até dez milhões de vezes! “Se pensarmos numa formiga, pequenininha, de cozinha, tem um milímetro. Se aumentarmos ela dez milhões de vezes, essa formiga passaria a ser um monstro de dez quilômetros de comprimento”. As lentes também são capazes de guiar nossa visão até galáxias muito distantes. O telescópio de um observatório em Minas Gerais funciona como um superolho humano, capaz de focalizar estrelas e planetas a milhões de anos-luz. “Eu, particularmente, estudo estrelas que são jovens, mas que estão aqui na vizinhança solar, estrelas recém-formadas. Formaram-se há uns dez milhões de anos, mas é muito pouco tempo na escala astronômica”, diz o astrônomo do Laboratório Nacional de Astrofísica Carlos Alberto Torres. Cada lente, seja a do microscópio, do telescópio, ou a do nosso olho, impõe uma perspectiva, uma visão de mundo diferente. Se tivéssemos um olho de telescópio, veríamos o céu, mas não veríamos as coisas que estão aqui perto. Se tivéssemos um olho de microscópio, veríamos as micropartículas e não veríamos as outras coisas. Nosso olho, então, fica no meio disso. Da mesma maneira, Kant acreditava que nossa razão também tem uma espécie de lente, de filtro, que dá sentido ao que percebemos. Essa lente é a noção de tempo e espaço. Ao contrário do que a gente pensa, o tempo e o espaço não existem fora de nós. Eles estão na nossa consciência. O mundo não tem ordem. A ordem que a gente percebe é produto da razão. Nossa razão produz recortes da realidade, assim como uma câmera fotográfica. Uma foto mostra um recorte da realidade. Infinitas coisas estão acontecendo ao redor da foto. Ela recorta, enquadra, fixa e, de uma certa forma, emoldura uma realidade. Nossa capacidade de perceber é sempre limitada. Kant acreditava que não podemos conhecer tudo, apenas o que é possível de ser captado por nosso aparelho de perceber, de ver, ouvir, sentir. A alma é mortal ou imortal? Deus existe? O universo é finito ou infinito? Se a razão é um recorte, um enquadramento, como conhecer Deus, o ilimitado, o infinito? Kant dizia que o homem jamais seria capaz de chegar a um conhecimento seguro sobre essas perguntas. Isso não quer dizer que estas perguntas não possam ser feitas. Se fosse assim, não existiria ciência ou filosofia. Mas as respostas estão além do que a razão pode conceber. Nunca seremos capazes de saber como as coisas são na realidade. Só podemos saber como elas se mostram a nós. Como o Rio de Janeiro que a gente vê pela lente de Custódio Coimbra. “É uma cidade que eu amo, um povo que eu adoro, então eu saio em busca dessa atmosfera”, diz o fotógrafo.
Bom...realmente ja me sinto preparado para escrever sobre várias coisas, uma delas é sobre a questão de "Deus", a muito venho nesse site dizendo várias coisas sobre esse tema, gostaria de escrever sobre esse tema pelo menos uma vez por mês para que no futuro eu possa saber e ver minha evolução, assim chegando a uma filosofia legal de vida, bom isso é necessário ja que ninguém comenta...é aquela coisa, escrevo coisas boas e para pessoas que tenham capacidade de entendimento, então se não tenho comentário concerteza esse público alvo que busca atingir (que são poucos) realmente não estou conseguindo atingir, mas fazer o que o importante que não mudarei...
Agora vou escrever sobre o desarmamento:
A questão de uns 3 anos eu sou praticamente um partidário do voto nulo...relamente após eu ter uma consciencia, mas regulada, consegui perceber que relamente o que há é o voto nulo, a única solução de protesto para toda essa patifária mundana atual...esse plebicito realmente esta complicado, muitos argumentos chulos, a idéia desse plebicito justo nessa fase me parece claro que é uma tentativa do governo de tirar o foco da imprensa da corrupção, o que estão conseguindo, esses dias vi até no IG que o Lula havia ganhado uns pontinhos para luta pela releeição, por causa da Economia, mas fazer o que...já coloquei vários textos sobre o desarmamento, dois me tocaram mais um onde falava de um possível golpe após o povo não ter armas e os outros são da questão do Voto Nulo...realmente tenho muito medo de uma possível ditadura ou algo parecido, mas não posso mudar minhas convicções e votar nem a favor ou contra já que acho ridiculo tudo isso...então pode ser que eu mude de idéia até domingo tem chão, mas creio q o 3 ou o 9 irá conquistar meu voto...viva ao bom e velho Fabio Robra..."Good" save the Voto Nulo....viva ao 9 viva a todos nós...isso não é apologia ou argumentação é ponto de vista e lembre-se...pense por si mesmo...that´s it um abraço...Fabio Robra recuse imitações...
Um dos conceitos mais complexos a se fazer é sobre Deus o que seria o ser que ampara-se atraz deste nome tão solicitado e tão adorado no mundo inteiro; tenho a convicção não de um Deus sobrenatural, mas um Deus interior, onde tudo depende das condições pessoais, não é um Deus dogmático, não é um Deus imperativo, não é um Deus bom nem mal, é apenas aquilo que você acredita dentro de você; não preciso acreditar que houve um cara que ressucitou ao terceiro dia, nem que houve curas milagrosas, apenas precisso acreditar naquilo que meu interior diz ser ideal, nem que eu me ferre, então se tenho vontade procuro satisfaze-la, para dae sim eu conquistar meu lugar "no paraiso" que também não é aquela coisa sobrenatural, o paraiso esta dentro de cada um, sua mente faz com que ele seja de acordo com a sua vida, se você tem uma vida em sua maioria feliz para que paraiso?!...não seja hipocrita e sonso ao ponto de acreditar que exista uma vida só de felicidades, o que seria das sombras sem a luz?!...o que seria felicidade sem a infelicidade?!...bom após finalmente acabar com o livro do meu ilustre Dr. Timothy Leary irei postar uma parte dele, que talvez realce boa parte do que disse acima...
Como me tornei um psicólogo quântico (lingüista) Por Timothy Leary
Até recentemente, os princípios da física quântica pareciam incompreensíveis, bizarros, abstratos e totalmente infactíveis. Agora, a física quântica parece fazer parte do senso comum e da psicologia prática do dia-a-dia.
As teorias de Einsten sobre a relatividade, por exemplo. sugerem que as realidades dependem do ponto de observação. Em vez dos conceitos absolutos estáticos de espaço e tempo definidos pela minha realidade material, intercâmbios velozes de feedbacks com outras fontes de informação definem realidades relativas. OS iogues hindus perceberam isso já há algum tempo. Agora, a informática permite que executemos rápidas transformações de feedbacks einsteinianos em nossos computadores de mesa.
Heisenberg afirma o princípio da indeterminação objetiva. Isto implica em que a responsabilidade pela construção da realidade não seja atribuída a um Deus bíblico de natureza punitiva, ou às teorias impessoais, termodinâmicas de degeneração entrópica, ou, ainda, a m estado onisciente, mas sim ao cérebro do indivíduo. Determinação subjetiva. O cérebro cria os mundos espirituais do indivíduo, como eles dizem ao longo do Ganges. E agora os nossos cérebros ativados podem projetar realidades do País das Maravilhas em nossas telas eatirá-las mundo afora à velocidade da luz.
Max Planck disse que os elementos básicos do universo são pequenos pedaços de informação binária, bits on/off (yin/yang). E que a matéria sólida é formada de aglomerados temporários de informações congeladas. E que quando as estruturas materiais são fissionadas, liberam informações. E = MC2.
Putz eu partidário do voto nulo, nunca estive tão na dúvida no que votar!...que complicado, bom tenho até domingo para votar espero que apareça em minha mente, uma decisão, agora estou em dúvida entre o não que deixaria as coisas inertes, e entre o nulo que mostraria minha indignação...
Entre o sim e o não, o nulo
Por Paulo Roberto Pires (nominimo do IG)
Não conheço ninguém que seja a favor do aborto. Conheço, isso sim, quem, como eu, defenda o direito de interromper uma gravidez, um ato violento mas às vezes necessário. Mas neste debate, os que são contrários à legalização do aborto querem dividir as pessoas como “contra” ou “a favor” da vida – como se carregar uma gravidez indesejada fosse sinal inequívoco de uma defesa do que é vital no Homem.
Esta chantagem detestável me vem a cabeça a toda hora em meio à campanha para este referendo kafkiano para a interrupção do comércio de armas. Cada um dos lados quer fazer o outro parecer detestável na defesa de suas posições. Talvez porque ambos estejam barateando uma discussão complexa demais para ser resolvida digitando 1 ou 2 na urna eletrônica.
Dentre tantas outras platitudes, uma parece básica: trata-se de uma pergunta feita à classe média e circunscrita a ela, a seus interesses. Ou alguém acha que o fim do comércio legal vai mudar em alguma coisa a vida sofrida das populações de periferia, que morrem todos os dias na ponta de armas pesadas que não são vendidas na loja? Com a consciência limpa alguém também pode acreditar que o cidadão fica mais seguro portando um trabuco dia e noite?
Como no maniqueísmo relativo ao aborto, quem vota “sim” diz, por relação direta, um “sim” à vida; quem vota “não” é um bárbaro, partidário do enfrentamento. Por outro ângulo, quem vota “não” quer defender o sagrado direito da livre iniciativa e quem vota “sim” é populista e, por tabela, acaba dando vida boa aos bandidos – que, obviamente, continuarão armados até os dentes independentemente do resultado do plebiscito.
Se estamos, todos, encalacrados nestas questões é porque a inépcia política do governo Lula lavou as mãos diante de uma questão daquelas, cabeluda mesmo. Mais do que lavar as mãos, passou a bola para mim, você e para toda a população que está coagida a ir às urnas no próximo domingo decidir, sem discussão suficiente, uma questão importante num país que tem na violência sua principal questão social.
Não é mole administrar politicamente uma decisão destas. Envolve lobbies de todas as ordens, todos muito poderosos e muito atuantes. Desnuda a nulidade com que vêm sendo conduzidas as políticas de segurança pública. Exacerba ainda mais os ânimos de quem não consegue levar a vida com o mínimo de normalidade.
Gostaria de ver na TV uma campanha pelo “talvez sim” ou “talvez não”, que na minha fantasia um tanto angustiada é a forma de discutir o desarmamento com mais propriedade. Mas, de forma realista, o melhor mesmo seria defender o voto nulo, alternativa que parece mais sensata e racional: ao anular, dizemos “não” à ação canhestra do governo convocando o referendo.
Fui quatro vezes às urnas votar em Luiz Inácio Lula da Silva. Não me arrependo. Mas agora ele me obriga a voltar à seção eleitoral para fazer o trabalho dele, para tomar uma decisão em seu lugar. Diante da nulidade presidencial, o voto nulo é apenas uma conseqüência natural.
Gente fica aki decretado a mudança do hino nacional, vejam a nova versão:
Hino da Skol
Ouviram num boteco um berro mágico
De um bêbado, um pedido refrescante
A Skol da liberdade em raios fúlgidos
Brilhou na mão do dono nesse instante
Se o Senhor, tiver vontade
Vem beber com a gente até ficar de porre
Copo Cheio, e liberdade
Aprecie este líquido à vontade
O Skol amada, idolatrada, Salve, Salve
Bebendo todo dia desse líquido
Tem vezes que parece, a terra desce
Meu Deus do céu, só penso nesse líquido
Não existe nada mais que me interesse
Gigantes depois de três, que beleza
Chorão depois da décima e tristeza
No dia seguinte dor de cabeça, Skol dourada
Entre outras mil, és tu Skol Cerveja amada.
Dos filhos deste bar és mãe, gentil
A Skol do meu Brasil.
Sentado eternamente em bar esplêndido
Falando sobre a vida de um pinguço
Saiu
daqui e foi beber na América
Bebeu cerveja de primeiro mundo.
Mas a terra, parece um ímã,
Caiu de cara num jardim cheio de flores.
Mijou no poste, de uma vila
Apanhou do guarda e foi dormir cheio de dores
O Skol amada, idolatrada, Salve, Salve
Saiu pela manhã buscando o líquido
Que o sustenta todo dia alcoolizado
Se em teu formoso bar tiver o líquido
Fará a felicidade de um coitado.
Por mais que a cerveja seja forte
Verás que um bebum não foge à luta.
Eu sei que vou beber até a morte, Skol dourada.
Entre outras mil, és tu Skol Cerveja amada.
Dos filhos deste bar és mãe, gentil
A Skol do meu Brasil
|
||||
![]() | ||||
|
||||